1932 - Boris Anfiyanovich Shakhlin
Ginasta soviético, ele conquistou medalhas de ouro em três Olimpíadas consecutivas.
1964 - Bridget Fonda
Atriz norte-americana e filha do ator Peter Fonda, seus sucessos cinematográficos incluem “Um Plano Simples”(1998), e “Um Anjo Rebelde” (1993).
1887 - Carl (William) Blegen
Arqueólogo, ele descobriu evidências que substanciaram a destruição de Tróia, como descrito em “A Ilíada” de Homero.
1910 - Edvard Kardelj
Político e revolucionário iugoslavo, foi o maior ideólogo do regime marxista no país.
1808 - João Caetano
Nascido no Rio de Janeiro, foi ator e empresário teatral. É considerado o responsável pela profissionalização do teatro no Brasil. Sua companhia teatral revolucionou a representação dramática no País ao colocar no palco apenas atores brasileiros e rompeu com a tradição teatral no Brasil totalmente influenciada pela dramaturgia portuguesa.
1832 - Lewis Carroll
Autor e matemático inglês, ele é especialmente renomado pelo seu clássico “Alice no País das Maravilhas” (1865).
1944 - Mairéad Corrigan-Maguire
Prêmio Nobel da Paz em 1976, ela fundou a “Peace People Organization” - um movimento dedicado ao fim do conflito entre católicos e protestantes na Irlanda.
1948 - Mikhail Baryshnikov
Bailarino russo, ele foi membro do Balé Kirov na Rússia. Durante uma apresentação no Canadá em 1974, buscou asilo no país. Em 1986, tornou-se um cidadão norte-americano. Além de bailarino, é também ator, tendo estrelado o filme “O Sol da Meia Noite” (White Nights, 1985) ao lado do exímio dançarino e ator norte-americano, Gregory Hines.
1936 - Samuel C.C. Ting
Físico norte-americano, ele recebeu o Prêmio Nobel de Física em 1976 por sua descoberta de uma nova partícula subatômica: a partícula J/psi.
1756 - Wolfgang Amadeus Mozart
Considerado um dos maiores compositores de todos os tempos. Diferentemente de qualquer outro compositor na história musical, ele compôs em todos os gêneros musicais de sua época e obteve sucesso em todos eles. Suas obras-primas musicais incluem “A Flauta Mágica” e ‘As Bodas de Fígaro”. |
Um dos setes filhos do compositor, cantor, ator e violinista profissional Leopold Mozart (1719-1787) e de Anna Maria Walburga Pertl (1720-1778), Johann Chrisostomus Wolfgang Amadeus Mozart, mais conhecido como Amadeus Mozart, destaca-se pela sua precoce genialidade que se considera o maior prodígio da história da música.
Teve os primeiros contatos com o cravo aos quatro anos de idade, quando seu pai dava aulas a sua irmã Maria Anna (1751-1829), apelidada de Nannerl. Nessa aulas, após Maria Anna deixar o instrumento para o descanso, o menino Amadeus tomava o seu lugar e começava a tocar, demonstrando uma habilidade espantosa. E isso chamou a atenção do pai que resolveu investir nesse talento, passando a ensinar ao casal de irmãos.
Aos cinco anos de idade já compunha e tocava minuetos. O pai concluiu que esse prodígio devia ser mostrado e divisou aí também uma possibilidade de ganhar dinheiro, visto que vivia em dificuldades com o pequeno salário que recebia pelo trabalho na igreja do Arcebispo Schrattenbach.
O religioso foi condescendente com Leopold o tempo todo, permitindo que este se ausentasse com os filhos, em exaustivas excursões artísticas iniciadas em 1762, que os levaram à Alemanha, França, Inglaterra e Itália, colocando-os em contato com os maiores músicos e compositores da época. Amadeus e a irmã, logo superada em talento, tocaram para os reis, rainhas e duques em grandes festas das cortes desses países.
Ainda criança, Amadeus passa a compor. Aos nove anos já era autor de sinfonias e, aos quinze, já havia compilado mais de uma centena de obras substanciais. Em 1771, fixa-se em Salzburgo para trabalhar com o pai na corte do arcebispo local, mas continua a viajar e a aceitar pedidos de composições vindos do exterior.
Mas Amadeus quer uma vida independente e passa a viver como professor, pianista e concertista, mudando-se para Viena, em 1781. Dedica-se com afinco à opera e cria obras que são hoje consideradas as melhores de todos os tempos, entre elas, "Idomeneo" (1781), "O Rapto no Serralho" (1782), "As Bodas de Fígaro" (1786), "Don Giovanni" (1787), "Cosi fan Tutte" (1790), "A Clemência de Tito" (1791) e "A Flauta Mágica", também de 1791, a sua obra mais conhecida, feita a partir de uma história oriental de contos de fadas. Além destas, Mozart compôs ainda 27 concertos para piano de 26 quartetos para cordas.
Divulgou-se que o talento de Mozart provocou a inveja do compositor italiano Antonio Salierei e que este seria o responsável pela sua morte, por envenamento. Essas suspeitas estão descritas na ópera de Rimski-Korsakov, "Mozart e Salieri" (1898). O escritor Peter Shaffer escreveu uma peça teatral sobre o mesmo tema, adaptada para o cinema por Milos Forman, com o título "Amadeus".
O filme, de 1984, retrata um Salieri medíocre musicalmente e um Mozart genial. Mas esse fato nunca foi comprovado, ficou no terreno da lenda e também Salieri jamais foi um músico medíocre, pois teve alunos ilustres, como Schubert, Liszt e Beethoven. A divulgação do nome de Salieri deve muito a esse episódio.
Mozart sempre teve a saúde debilitada, talvez pelas constantes viagens da primeira infância, nem sempre em condições adequadas, e foi acometido de diversos males durante a sua vida, vindo a falecer precocemente aos 35 anos de idade, vítima de febre reumática-inflamatória, deixando inacabada a encomenda de um "Réquiem". (AAR) |